Curso Básico de Psicofarmacologia - Aulas Mensais aos Sábados
A quem se destina:
Profissionais e Estudantes de Medicina e Psicologia
Objetivos:
Fornecer conhecimentos atualizados a cerca da terapêutica medicamentosa utilizada no tratamento dos Transtornos Mentais, dando ênfase aos psicofármacos em uma abordagem dinâmica, com uma introdução a neuroquímica cerebral. Apresentar a indicação, contra-indicação, modo de ação, reações adversas, efeitos colaterais e grupos psicofarmacológicos dos psicofármacos. Subsidiar a atuação dos profissionais no atendimento, encaminhamento e acompanhamento de seus pacientes e preencher uma lacuna na formação acadêmica dos Psicólogos.
Conteúdo Programático:
Neuroanatomia Funcional e aspectos bioquímicos;
Introdução a Farmacologia - Mapa dos Remédios;
Princípios Gerais de Ação dos Psicofármacos;
Antipsicóticos Antidepressivos;
Ansiolíticos e Hipnóticos;
Estimulantes do Sistema Nervoso Central;
Estabilizadores de Humor;
Terapêutica medicamentosa e Eletroconvulsoterapia;
Psicoterapia e tratamento medicamentoso;
Homeopatia Terapêutica Medicamentosa Complementar nos Transtornos Mentais;
Farmacologia e Psicossomática.
Local de Realização: Rua Dr. César, 1005 - Santana - São Paulo
(Próx. a Estação Santana do Metrô e com estacionamento conveniado no local).
Início Previsto: 18/03/2017.
Período: Março a Junho 2017 – Todo primeiro sábado do mês.
Horário: 08h30 às 17h30.
Carga Horária: 32 horas.
Investimento: Profissionais: 04 parcelas de R$ 280,00.
Estudantes e ex alunos do Neppho, PUC, Cogeae, Cepps, Ceapp e da Faculdade de Guarulhos: 04 parcelas de R$ 250,00.
Depositar o valor da primeira parcela no Banco Itaú, ag: 4099 c/c: 72636-8, Francisco C. Toro da Silva.
Enviar o comprovante via fax: (11) 2959-4461 ou email: neppho@neppho,com seu nome completo, telefone, o curso desejado e email.
Informações: Fone: (11)2959-4461 com cida
E-mail: cidatoro@neppho.com.br
As demais parcelas serão recebidas por meio de cheques pré-datados no início do curso.
Á vista desconto de 5 % sobre o valor total.
Coordenação:
Prof. Francisco Toro: Psicólogo Clínico e Hospitalar;
Professor dos cursos de Pós Graduação e Especialização em Psicologia Hospitalar da PUC SP, CEPPS – SP e do Hospital Araújo Jorge – GO;
Professor Convidado dos Cursos de Psicossomática da ABMP – Regional SP e do Instituto de Práticas Educacionais e Psicológicas de Pernambuco;
Supervisor de Atendimento Psicológico Hospitalar, Domiciliar e de Psicoterapia Indiv. Adultos;
Foi Professor e Supervisor da Liga de Psicossomática da FMUSP;
Co-fundador do NEPPHO, Especializado em Psicologia da Saúde e Hospitalar (PUC) com Formação em Psicossomática (ABMP-SP).
Docentes Convidados:
Alfredo Simonetti - Psiquiatra, Psicólogo, Psicanalista, Mestre em Psicanálise - PUC SP e Médico Colaborador do AMBAN - Ambulatório de Ansiedade do IPQ/FMUSP;
Co-Fundador do NEPPHO, Professor de cursos em Psicologia da Saúde no COGEAE-PUC SP entre outros;
Autor dos Livros Manual de Psicologia Hospitalar e o Nó e o Laço.
Paulo Roberto da Silva Lima - Neurologista, Neurocirurgião, Mestre em Neurocirurgia, Formação em Psicossomática e em Medicina Tradicional Chinesa;
Oswaldo Cudizio Filho - Pediatra e Homeopata, Mestre em Psicologia PUC-SP, Coordenador do Curso de Formação em Homeopatia da FACIS-IBEHEE;
Franklin Antônio Ribeiro – Psiquiatra, Professor de Psicologia Médica FMUSP e Palestrante em Congresso de Psicossomática.
O curso ocorrerá mediante a confirmação do número mínimo de 15 participantes na turma.
Rua Dr. César, 530 - Cj. 1005 - Santana - CEP: 02013-002 - São Paulo / SP Fone/Fax: (11) 2959-4461
segunda-feira, 13 de fevereiro de 2017
Curso de Neuropsicologia
Curso de Neuropsicologia - O que é
importante saber para os nossos tempos! (Aulas mensais aos sábados)
A quem se destina:
Psicólogos e Estudantes de Psicologia e
Profissionais e Estudantes da área da Educação.
Objetivos:
A Neuropsicologia é uma área da ciência que ganha
cada vez respeitabilidade pela forma com que traduz fenômenos cognitivos,
emocionais e comportamentais. O presente curso visa dar subsídios teóricos e
exemplos práticos sobre a aplicabilidade dos conhecimentos neuropsicológicos em
relação ao funcionamento cerebral, atividades mentais e suas disfunções. Sendo
o Homem um ser biopsicossocial, questões da atualidade serão contempladas, como
formas de aprendizagem, comunicação e tecnologias (neurogames, por exemplo). O
corpo docente é formado por profissionais com reconhecida produção cientifica e
expertise na prática, que objetivam enriquecer o raciocínio clinico e acadêmico
dos participantes do curso.
Conteúdo Programático:
- Histórico
da Neuropsicologia aos paradigmas atuais;
- Funcionamento
do Sistema Nervoso Central;
- Organização
Encefálica;
- Especialização
Neurológica;
- Desenvolvimentos
das atividades mentais;
- Disfunções
Neuropsicológicas;
- Patologias
Neurológicas em crianças e adultos;
- Neuroplasticidade
aplicada à reabilitação;
- Princípios
da Reabilitação Neuropsicológica;
- Aplicabilidade
das novas tecnologias na reabilitação e na educação;
- Neurogames
no contexto da reabilitação e na educação;
- Formação
das redes neuronais nos tempos atuais e
- Discussão
de casos
Local de realização: Rua Dr. Cesar n° 530 Conj. 1005 Santana - São
Paulo/SP
(Próx. a Estação Santana do Metro e tem estacionamento conveniado no local);
(Próx. a Estação Santana do Metro e tem estacionamento conveniado no local);
Inicio Previsto: 04-03-2017
Período: Março a Junho 2017 – Todo primeiro sábado do mês
Horário: 08h30 as 17h30
Carga Horária: 32 horas
Investimento: Profissionais: 04 parcelas de R$ 280,00
Estudantes e ex alunos do Neppho, PUC, Cogeae, Cepps, Ceapp e da Faculdade de Guarulhos: 04 parcelas de R$ 250,00
Informações: Rua Dr. César, 530 - conj. 406 - Santana - São Paulo – SP
Fone: (11) 2959-4461 com Cida
E-mail: cidatoro@neppho.com.br
Inscrições por Depósito Bancário:
Depósito Bancário da 1ª parcela - Não haverá taxa de matrícula ou de Inscrição
Banco Itaú Ag: 4099 - C/C: 72636-8 - Francisco Carlos Toro da Silva
Enviar comprovante por fax: (11) 2959-4461 ou por email, com nome, telefone e o curso escolhido.
As demais parcelas serão recebidas na primeira aula com cheques pré datados.
Docente/Coordenação:
Prof. Francisco Toro: Psicólogo
Clínico e Hospitalar;
Professor dos cursos de Pós Graduação e Especialização em Psicologia Hospitalar da PUC SP, CEPPS – SP e do Hospital Araújo Jorge – GO;
Professor Convidado dos Cursos de Psicossomática da (ABMP-SP) – Regional SP e do Instituto de Práticas Educacionais e Psicológicas de Pernambuco.
Foi Professor e Supervisor da Liga de Psicossomática da FMUSP;
Supervisor de Atendimento Psicológico Hospitalar, Domiciliar e de Psicoterapia Individual de Adultos;
Cofundador do NEPPHO – Núcleo de Estudos e Pesquisas em Psicologia Hospitalar.
Corpo Docente: Dra Sandra Regina Schewinsky: Docente responsável Doutora em Psicologia Social pela PUC SP;
Mestra em Psicologia pela Universidade São Marcos e Especialista em Psicologia Hospitalar pelo CFP;
Psicóloga Encarregada do Serviço de Psicologia do Instituto de Medicina de Reabilitação do HC FM USP;
Neuropsicológa Do Hospital Sírio Libanês.
Professor dos cursos de Pós Graduação e Especialização em Psicologia Hospitalar da PUC SP, CEPPS – SP e do Hospital Araújo Jorge – GO;
Professor Convidado dos Cursos de Psicossomática da (ABMP-SP) – Regional SP e do Instituto de Práticas Educacionais e Psicológicas de Pernambuco.
Foi Professor e Supervisor da Liga de Psicossomática da FMUSP;
Supervisor de Atendimento Psicológico Hospitalar, Domiciliar e de Psicoterapia Individual de Adultos;
Cofundador do NEPPHO – Núcleo de Estudos e Pesquisas em Psicologia Hospitalar.
Corpo Docente: Dra Sandra Regina Schewinsky: Docente responsável Doutora em Psicologia Social pela PUC SP;
Mestra em Psicologia pela Universidade São Marcos e Especialista em Psicologia Hospitalar pelo CFP;
Psicóloga Encarregada do Serviço de Psicologia do Instituto de Medicina de Reabilitação do HC FM USP;
Neuropsicológa Do Hospital Sírio Libanês.
Dr. Marcelo Alves Mourão: Médico Fisiatra;
Especialista pela Associação Brasileira de Medicina Física e Reabilitação;
Médico assistente do IMREA HC FM USP e da Rede Lucy Montoro SP, atuação no ICESP
Instituto do Câncer de SP; Especialista em Dor pela Associação Médica Brasileira, Lesão
Medular, Lesões do Sistema Nervoso Central, dor crônica, oncologia e terceira idade.
Rua Dr. César, 530 - Cj. 1005 - Santana - CEP: 02013-002 - São Paulo /
SPFone/Fax: (11) 2959-4461
terça-feira, 27 de setembro de 2016
Café Filosófico
o paciente psiquiátrico e seus lugares na cena contemporânea, com alfredo simonetti (versão completa)
27 de setembro de 2016 in vídeos
“foucault fala sobre o ‘louco’ na idade média, que era assimilado, mas não valorizado. ele dava o que o cidadão comum não podia: ele podia falar o que quisesse. temos, assim, no imaginário que o louco é mais ‘criativo’ que as pessoas normais, mas não há correlação. há loucos criativos e loucos nada criativos. e há pessoas criativas que enlouqueceram e pessoas criativas que nunca enlouqueceram. a literatura, o cinema e a arte criaram estigmas do louco violento e a ideia de que o louco é mais criativo”, disse o psiquiatra e psicanalista alfredo simonetti no café filosófico cpfl de sexta-feira, 23/09 sobre “o paciente psiquiátrico e seus lugares na cena contemporânea”.
“eu posso ser uma pessoa estranha, esquisita, ter interesses assim ou assado, mas já vi loucos sofrerem muito. por respeito à angustia que enxergo neles, não posso dizer que sou louco. isso é um desrespeito para com os loucos de verdade. a angustia deles é dilacerante. podemos ser diferentes ou esquisitos, mas isso é loucura glamourizada. eles não desfrutam da loucura como a gente desfruta do nosso lado esquisito. o meu lado ‘louco’ me leva a curtir a vida intensamente. o lado deles os esconde da vida”
segunda-feira, 4 de julho de 2016
Avaliação Neuropsicológica
AVALIAÇÃO NEUROPSICOLÓGICA E A ANÁLISE APLICADA DO COMPORTAMENTO
O que é a avaliação neuropsicológica?
A
avaliação neuropsicológica é um estudo completo das funções cognitivase
comportamentais do indivíduo. Através dos resultados, verificaremos quais são
as áreas que estão preservadas, prejudicadas, inexistentes ou as existentes e
que necessitam serem mais desenvolvidas, associadas ao que podem acarretar no
comportamento do ser humano. Na visão de Muszkat (2010), a neuropsicologia
busca compreender a relação entre o comportamento e as bases neurobiológicas,
assim como, o efeito de lesões cerebrais no funcionamento cognitivo.
Público Alvo
A
avaliação neuropsicológica é destinados a crianças, adolescentes e idosos
Como é feita a avaliação neuropsicológica?
É feita
através de instrumentos padronizados (testes psicométricos, escalas,
observações, relatos de profissionais e pessoas que cercam a pessoa).
Que profissional está apto a fazer a
avaliação neuropsicológica?
Apenas os
psicólogos
O que avalia?
As funções
cognitivas, entre elas, atenção, memória, percepção, linguagem, aspectos da
personalidade, viso construção, quoficiente de inteligência (verbal e
execução), percepção, velocidade de processamento, aprendizagem, habilidades
motoras, funções executivas, abstração e raciocínio. Além disso, são observados
e analisados aspectos da cognição social.
A partir dos resultados
Após o término da
avaliação neuropsicológica e da correção dos instrumentos utilizados será
entregue um relatório na sessão da devolutiva. Esse relatório envolve a conclusão
da avaliação, ou seja, todas as informações que foram investigadas e obtidas no
processo de avaliação neuropsicológica e o que elas acarretam no dia a dia do indivíduo,
auxiliando em um possível diagnóstico
e no tratamento de diversas doenças neurológicas, problemas relacionados ao
desenvolvimento infantil, problemas psiquiátricos, alterações de conduta, entre
outros. Segundo, Costa,
Português, Azambuja e Costa (2004) afirmam que a neuropsicologia infantil
tornou-se essencial para as consultas periódicas da saúde infantil para obter
uma identificação precoce das alterações nos aspectos cognitivos e
comportamentais da criança, principalmente em distúrbios de desenvolvimento e
aprendizagem, sendo necessária assim a presença dos testes neuropsicológicos e
escalas para avaliação do desenvolvimento.
O
que é a analise aplicada do comportamento?
A Análise Aplicada do
Comportamento (Applied Behavior Analysis) é uma abordagem científica criada
para observar e analisar a função do comportamento. O comportamento é a relação
entre o organismo e o ambiente. Na avaliação comportamental utiliza-se a
análise funcional do comportamento, ou seja, identifica-se a função do
comportamento e o que o mantem. De acordo com Meyer (1997), a análise funcional
é um instrumento utilizado na avaliação comportamental que identifica as
contingencias que estão operando e inferem quais as que operaram no passado.
Assim como, cria e estabelece relação de contingência para aprimorar ou
instalar comportamentos novos, diminuir, enfraquecer ou eliminar comportamentos
do repertório dos indivíduos.
O que avalia?
A análise
aplicada do comportamento é a ferramenta essencial para saber o que mantem,
motiva ou aumenta a probabilidade do comportamento acontecer. Para realizar a
análise funcional do comportamento-alvo é necessário utilizar a tríplice
contingência: Estímulo antecedente
(o que aconteceu imediatamente antes do comportamento), Resposta (comportamento) e Consequência
(o que aconteceu imediatamente após o comportamento).
Público
Alvo
Não há restrição para o público
alvo, porém a comprovação de melhoras em crianças do espectro do autismo.
Como
é feita a análise aplicada do comportamento
A análise aplicada do
comportamento é feita através do uso de esquemas de reforçamento para ensinar
as habilidades. Seja o ensino por tentativas discretas, ensino incidental
(generalização) e ensino de linguagem (comportamento verbal).
Que
profissional está apto a fazer a análise do comportamento?
Pais e profissionais das
crianças indicadas para a terapia comportamental
A
partir dos resultados?
Após os resultados da análise
aplicada do comportamento, será estabelecido um PEI (Programa de Ensino
Individualizado), onde se instala aumentar, diminuir ou enfraquecer e eliminar
comportamentos no repertório do indivíduo. Isso é feito através de treinos de
programas. Normalmente os repertórios de comunicação do indivíduo envolvem o
mando, tato, ecóico, comportamento de ouvinte, brincar independente, imitação
motora, habilidade e percepção visual, intraverbal, rotina de classe,
atividades em grupo, escrita, leitura e matemática e estrutura linguística. A
aprendizagem de repertórios é feita através da aprendizagem sem erro,
garantindo que o indivíduo acerte sempre a resposta, diminuindo assim, a fuga
da demanda. São utilizadas dicas no ensino, que podem ser verbais, gestuais,
físicas e por modelação (mostrar à criança como fazer tal coisa). É necessária
também a utilização da hierarquia de dicas, ou seja, planejar o ensino inicial
com dicas mais intrusivas e as retirando gradualmente. Para saber se o treino
foi eficaz, a criança precisa ser capaz de generalizar os comportamentos e saber
emiti-los em diversos contextos.
Conclusão
As pessoas acreditam que tanto a
avaliação neuropsicológica como a análise aplicada do comportamento caminham
separadas, porém isso é um grande equívoco. Muitas vezes a avaliação
neuropsicológica é feita e se tem um diagnóstico, por exemplo, de autismo. A
avaliação por si só não quer dizer nada aos pais, que estão aflitos a procura
de uma resposta, ou melhor, o que fazer com a resposta (diagnóstico). Enquanto
a avaliação neuropsicológica colhe dados para ajudar no diagnóstico, buscando a
relação entre o cérebro e o comportamento, a avaliação comportamental analisa
variáveis independentes (condições externas das quais o comportamento é função)
e as variáveis dependentes (as respostas ou classes de respostas que são
observadas) que estão envolvidas na ocorrência e manutenção do comportamento
problema, selecionando assim o procedimento adequado a ser seguido, que poderá
ser modificado ou alterado de acordo com a resposta dada pela criança. Com
isso, fica mais fácil elaborar um currículo de habilidades a serem treinadas. Pontes e Hubner (2007) ainda
ressaltam que tanto a avaliação comportamental como a neuropsicológica, tem um
proposito semelhante que seria a preocupação de ambos em compreender o
comportamento humano. Os dois testes se complementam, mas não são
substituíveis. A avaliação neuropsicológica compreende os problemas cognitivos,
porém não consegue avaliar como o paciente e a sua família são afetados com
esses problemas e como enfrentar essas situações no dia a dia e os ganhos na
vida real. Nesse sentido a avaliação comportamental soluciona os problemas. Portanto,
a principal característica que ambas tem é
se preocupar em compreender o
comportamento humano e auxiliar o indivíduo a conseguir maior autonomia e
melhorar a qualidade de vida.
www.mapadamente.com.br
Claudia Feller
Psicóloga Neuropsicologa e Analista do Comportamento
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